Novos desafios…

Há quatro anos, junto com diversos colegas, participamos do processo eleitoral do IFSC com o objetivo de apresentar um modelo de gestão alternativo ao atual.

Os debates foram momentos importantes para a discussão e esclarecimento das propostas. Novas eleições se aproximam. É preciso aprender com o passado e não repetir os mesmos erros. Sempre com diálogo e  união.  Podemos muito mais juntos, sem vaidades, para o bem da instituição.

Depois de quase quatro anos de conversas, enfim estamos reunidos em um mesmo time.

Entendo que os câmpus devem ser protagonistas do processo ensino-pesquisa-extensão, uma vez que estão próximos das necessidades de suas comunidades. A reitoria tem o papel de mediação. Seu papel é político estratégico e não operacional como vem acontecendo. Os docentes e TAEs dos câmpus precisam de autonomia para exercer bem suas funções, sem burocracia e sem o peso do controle.

A reitoria deve restabelecer a confiança na criatividade das pessoas, deixando que os câmpus manifestem suas diferenças em sintonia com os aspectos culturais e socieconômicos locais. Quando não há prejuízo aos demais câmpus, toda inovação precisa ser bem vinda e compartilhada.

Essa postura tem o poder de contribuir para a melhoria do clima organizacional. Na gestão democrática é importante respeitar as diferentes formas de  pensar a instituição.

É preciso mais HUMILDADE para ouvir com a atenção as necessidades das pessoas que constroem a instituição no dia a dia. O papel da reitoria é o de ajudar para que os servidores docentes e TAEs façam bem feito seu trabalho.

E tudo isso porque é necessário colocar o êxito estudantil no centro das atenções. Porque isso dá um significado especial ao trabalho dos docentes e TAES.

Que venham novas eleições !

Prof. Jesué Graciliano da Silva