Ciência sem fronteiras e a importância da fluência na língua inglesa

Mensagem publicada no Blog Diário do Reitor IFPR – 2013

Caros servidores e estudantes, nossa última postagem do ano é um desafio para que mais servidores e estudantes possam aprender a falar, ouvir, escrever e ler em inglês com maior desenvoltura em 2014.   Muitas pessoas não tiveram a oportunidade de aprender inglês na escola, como acontece em muitos países do mundo.  Particularmente pouco aprendi na escola. Muitos conseguem ler e escrever em inglês mas não conseguem falar ou entender uma vídeoaula em inglês.  Atualmente há milhares de excelentes cursos na internet. Basta superar a barreira da língua.  Utilizei um método simples para aprimorar minha proficiência e gostaria de compartilhar com vocês.

Primeiramente é preciso ter uma motivação para aprender. Hoje o Programa Ciência Sem Fronteiras é um sucesso e já enviou 60 mil estudantes para estudar no exterior, nas melhores universidade do mundo.  Em alguns editais sobraram bolsas por falta de estudantes com proficiência. A SETEC está iniciando um programa de concessão de bolsas para servidores realizarem estágios de 3 meses a um ano no exterior. Precisa motivação maior que esta ?

Minha motivação surgiu a partir do momento em que assumi como pró-reitor de desenvolvimento institucional do IFSC e não era capaz de me comunicar bem com professores de outras instituições similares.  O IFSC passou a receber palestrantes e convidados de outros países e o domínio da língua se tornava obrigatório na função como pró-reitor.   Coloquei uma meta pessoal de superar essa minha limitação em seis meses.

Já havia realizado  alguns cursos,  mas não havia conseguido uma proficiência plena.  Contratei um professor particular e passei a fazer 4 horas de aulas por semana somente de conversação e ainda utilizei um curso em MP3 que adquiri por 19 reais na internet: Método IUPI (vídeo do Youtube – Inglês criativo).   Passei a ouvir as aulas diariamente no rádio de meu carro durante o trajeto de ida e volta para o IFSC. Considerando os engarrafamentos comuns em Florianópolis,  as 4 horas de aulas particulares de conversação se somaram com mais 10 aulas semanais que ouvia no MP3.  Em 6 meses de estudo ganhei a desenvoltura necessária para saber falar o que desejava, entender e responder.   Foram aproximadamente 360 horas de estudo. Não tem mágica.  Tempo é uma questão de prioridade.  Sempre podemos encontrar tempo para aquilo que nos é importante.

A superação da limitação me levou a representar a Reitora do IFSC em alguns eventos internacionais como a missão de Dirigentes para a Alamo Colleges de 2010 e o Encontro dos Dirigentes dos Colleges Brasil – Canadá (ACCC).  Também representei o IFSC em Encontro de dirigentes no Canadá em Montreal.  Apesar da evolução, meu objetivo foi atingido plenamente com a realização de um curso de imersão de um mês na Alamo Colleges na cidade de San Antonio (EUA).  Na oportunidade foi possível melhorar sensivelmente minha capacidade de compreender palestras e aulas em inglês, sem necessidade de tradução.  Por acreditar na importância da imersão procuramos organizar por meio da Coordenadoria de Assuntos Internacionais o edital para seleção de servidores do IFPR para intercâmbio (a ser realizado no início de 2014), em conjunto com outros institutos federais do sul.

http://inglesalamo2012.wordpress.com/grammar/

http://eticaegestao.ifsc.edu.br/2013/02/21/a-necessaria-internacionalizacao-dos-nossos-institutos-federais-e-a-proficiencia-em-outros-idiomas/

http://blogdiariodoreitorifpr.wordpress.com/formacao/aprendendo-ingles-na-internet/ 

Entendemos que cada um pode criar seu próprio método.  Algumas escolas desenvolveram métodos onde o aluno tem que fazer dois ou três livros antes de partir para a conversação efetiva.  Tenho mantido e continuado meus estudos a partir da leitura de livros em inglês, a partir de filmes e de músicas.   De vez em quando ainda escuto minhas aulas no rádio do carro.

Então fica o desafio:  Aprender inglês em 2014 é possível.  E não tem jeito, somente vamos conseguir internacionalizar de vez os Institutos Federais se nossos estudantes, docentes e TAEs  forem capazes de se comunicar bem, principalmente no idioma inglês.   Aprender espanhol, francês e alemão ainda são minhas metas para os próximos anos.

Atenciosamente,

Prof.  Jesué Graciliano da Silva

 

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